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Os espiões de D. João II descobrem uma conspiração para assassinar o rei “com ferro ou com peçonha”, ou seja, à espada ou com veneno. À frente estava D. Diogo, irmão da própria rainha e de D. Manuel; segundo candidato a herdar o trono, depois do único filho do rei. Não houve sequer julgamento para D. Diogo, primo do rei, que foi apunhalado pelo próprio D. João II. Os restantes conspiradores foram presos e julgados, mas todos condenados à morte.